sexta-feira, 15 de maio de 2026

Escolher a Fé em Meio às Dificuldades

 Os relatos dessas escrituras ensinam lições profundas sobre fé, obediência e confiança no Senhor. Durante a jornada no deserto, os filhos de Israel enfrentaram desafios constantes, e muitos permitiram que o medo e a dúvida tomassem o lugar da fé. A advertência de não serem rebeldes e não temerem mostra que, mesmo em meio às dificuldades, o Senhor espera que Seu povo confie Nele e siga Seus mandamentos.


Um dos momentos mais marcantes é quando os espias retornam da terra prometida. Enquanto a maioria vê apenas os obstáculos, Josué e Calebe demonstram fé e coragem, confiando nas promessas de Deus. Isso nos ensina que nossa perspectiva faz toda a diferença: podemos escolher focar nos problemas ou confiar no poder do Senhor para nos ajudar a superá-los.

Também aprendemos sobre as consequências da murmuração e da falta de fé. Quando reclamamos constantemente ou duvidamos, podemos acabar atrasando nosso próprio progresso espiritual. O Senhor deseja que sejamos obedientes e humildes, confiando que Ele sabe o que é melhor para nós, mesmo quando não entendemos completamente o caminho.

Apesar das falhas do povo, vemos claramente a misericórdia e a paciência de Deus. Ele continua a guiar, ensinar e oferecer oportunidades de arrependimento. Isso nos mostra que o Senhor não desiste de nós e está sempre disposto a nos ajudar a recomeçar e melhorar.

Esses ensinamentos nos convidam a agir com mais fé em nosso dia a dia. Em vez de temer ou reclamar, podemos escolher confiar no Senhor, seguir Seus ensinamentos e ser exemplos positivos para os outros. Assim, avançamos com mais paz, coragem e segurança, sabendo que Ele está no controle.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

O Tabernáculo e a Presença de Deus

O tabernáculo foi estabelecido como um símbolo sagrado da presença de Deus entre Seu povo, mostrando que o Senhor deseja habitar próximo daqueles que O buscam com sinceridade. Sua construção envolveu esforço coletivo, com pessoas oferecendo voluntariamente seus talentos e recursos, demonstrando fé, gratidão e devoção. Esse processo ensina que a adoração verdadeira exige entrega pessoal e disposição para contribuir com aquilo que temos de melhor.

Cada detalhe do tabernáculo possuía um significado espiritual profundo. Desde o pátio externo até o Santo dos Santos, tudo apontava para a jornada de aproximação com Deus. O Santo dos Santos, sendo o lugar mais sagrado, representava a presença divina e ressaltava a necessidade de pureza e reverência. Isso nos lembra que nos aproximar de Deus não é algo casual, mas requer preparação espiritual, humildade e um coração disposto a obedecer.


Os sacrifícios realizados no tabernáculo ensinavam princípios essenciais como arrependimento, perdão e reconciliação. Eles simbolizavam a necessidade de expiação e mostravam que o ser humano depende da misericórdia divina para se tornar puro. O papel do sumo sacerdote como mediador reforçava a ideia de que a redenção vem por meio de alguém escolhido por Deus, apontando para um propósito maior de salvação.

Além dos rituais, a santidade também era refletida na maneira de viver. A obediência aos mandamentos e o cuidado com o próximo demonstravam que a verdadeira devoção vai além de práticas externas. Ser santo significava viver de forma íntegra, justa e amorosa, permitindo que a presença de Deus influenciasse todas as áreas da vida.

Assim como o tabernáculo foi preparado com tanto cuidado, cada pessoa pode transformar sua própria vida em um espaço sagrado. Ao cultivar fé, arrependimento e obediência, abrimos espaço para que o Espírito de Deus habite em nós. Dessa forma, a santidade deixa de ser apenas um conceito e se torna uma prática diária de aproximação com o divino.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Mandamentos e Misericórdia: Aprendendo a Permanecer com Deus

Ao chegar ao Monte Sinai, o povo de Israel foi convidado a algo maior do que apenas receber leis — eles foram chamados a viver um convênio com Deus. O Senhor desejava que fossem um povo separado, santo, comprometido em ouvi-Lo e segui-Lo. Esse momento marcou o início de uma relação mais profunda, onde a obediência não era apenas obrigação, mas uma forma de se aproximar de Deus e refletir Seu caráter.


Os Dez Mandamentos representam a base desse relacionamento. Eles não apenas estabelecem limites, mas mostram um caminho de vida: colocar Deus em primeiro lugar, viver com respeito, pureza e integridade. Esses princípios revelam que Deus se importa tanto com nossa relação com Ele quanto com a forma como tratamos as outras pessoas. Ao aceitar essas leis, o povo demonstrou o desejo de seguir o Senhor, mas ainda precisava aprender a permanecer firme nesse compromisso.

Enquanto Moisés estava no monte recebendo instruções do Senhor, incluindo orientações sobre o tabernáculo — símbolo da presença de Deus entre o povo — Israel perdeu a paciência e construiu o bezerro de ouro. Esse episódio mostra como a ausência de fé e a pressa podem nos levar a substituir Deus por coisas mais imediatas e visíveis. Mesmo tendo testemunhado milagres, o povo se desviou, revelando a fragilidade espiritual que também pode existir em nós.

Um ponto muito significativo da lição é a diferença entre as duas tábuas de pedra. As primeiras tábuas, escritas pelo próprio Deus, foram quebradas por Moisés ao ver o pecado do povo, simbolizando a quebra do convênio. Já as segundas tábuas foram feitas novamente após o arrependimento, mostrando que, apesar das falhas, Deus oferece uma nova oportunidade. Essa renovação ensina que o Senhor é justo, mas também misericordioso, permitindo recomeços quando nos voltamos a Ele com sinceridade.

Além disso, a experiência de Moisés revela o desejo de conhecer verdadeiramente o Senhor. Ele buscou a presença de Deus e recebeu a manifestação de Sua glória, aprendendo mais sobre Seu caráter: um Deus “misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em benignidade” (Êxodo 34:6). Isso nos ensina que Deus não quer apenas obediência, mas um relacionamento real conosco.

Essa lição nos convida a refletir sobre nossa própria jornada espiritual. Somos chamados a fazer e guardar convênios, a permanecer firmes mesmo quando é difícil e a não substituir Deus por distrações passageiras. E, quando falhamos, podemos lembrar que sempre há um caminho de volta. O Senhor continua disposto a nos ensinar, perdoar e caminhar conosco, transformando nossos erros em oportunidades de crescimento.

O Senhor Peleja por Nós: Fé e Libertação em Tempos Difíceis

A história da libertação dos israelitas no Mar Vermelho é um dos maiores testemunhos do poder de Deus e de Seu cuidado por Seus filhos. Cercados pelo exército do Faraó e sem saída aparente, o povo sentiu medo, mas o Senhor trouxe uma mensagem de esperança: “Não temais; (…) o Senhor pelejará por vós” (Êxodo 14:13–14). Esse momento mostra que, mesmo quando tudo parece perdido, Deus está no controle e pode abrir caminhos onde não vemos solução.

Ao ordenar que Moisés estendesse sua mão sobre o mar, o Senhor realizou um milagre inesquecível: as águas se dividiram, e o povo atravessou em terra seca. Esse ato não foi apenas uma libertação física, mas também espiritual, ensinando os israelitas a confiar no Senhor e reconhecer Seu poder. Assim, Deus demonstrou que cumpre Suas promessas e nunca abandona aqueles que Nele confiam.

Além do milagre, o Senhor ensinou a importância de lembrar. Ao longo das escrituras, profetas como Néfi, o rei Lími e Alma relembraram esse acontecimento para fortalecer a fé do povo. Isso nos mostra que recordar as bênçãos e livramentos do passado nos ajuda a enfrentar os desafios do presente com mais coragem e confiança em Deus.

Assim como os israelitas, também enfrentamos momentos em que nos sentimos presos, cercados por dificuldades e sem saída. Nesses momentos, somos convidados a exercer fé, confiar no Senhor e seguir em frente, mesmo sem entender completamente o caminho. Quando fazemos isso, Ele pode abrir “mares” em nossa vida, trazendo soluções, paz e direção.

Essa lição nos ensina que Deus luta por nós. Ao lembrarmos de Seu poder e permanecermos firmes na fé, podemos encontrar esperança em qualquer situação. O mesmo Deus que salvou Israel continua vivo e atuante hoje, pronto para nos guiar, fortalecer e libertar conforme confiamos Nele.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

O Poder de Deus e a Libertação que Vem Pela Fé

 Nos capítulos de Êxodo 7–13, vemos o poder de Deus manifestado na libertação do povo de Israel da escravidão no Egito. Por meio das pragas, o Senhor revelou Sua autoridade sobre todas as coisas, declarando: “Saberão os egípcios que eu sou o Senhor” (Êxodo 7:5). Mesmo diante da resistência do faraó, Deus continuou cumprindo Suas promessas, mostrando que nenhum poder humano pode impedir Seus planos. Esse relato não é apenas histórico, mas espiritual, pois mostra que Deus é um Deus de libertação, capaz de nos tirar de qualquer forma de cativeiro.


Um aspecto marcante dessa história é o coração endurecido do faraó. Apesar dos sinais e milagres, ele recusou-se a ouvir e obedecer. Em Êxodo 9:12 lemos que “o Senhor endureceu o coração de Faraó”, o que nos leva a refletir sobre nossa própria disposição de aceitar a vontade de Deus. Quando rejeitamos a verdade, nosso coração pode se tornar menos sensível. Em contraste, o Senhor convida Seu povo a ter um coração quebrantado e disposto a obedecer, pois é assim que reconhecemos Seus milagres em nossa vida.



A Páscoa, instituída pelo Senhor, é um dos ensinamentos mais profundos e simbólicos das escrituras. O cordeiro deveria ser “sem mácula” (Êxodo 12:5), apontando diretamente para Jesus Cristo, que é perfeito e sem pecado. O sangue do cordeiro, colocado nas portas, não era apenas um sinal físico, mas um símbolo de proteção e salvação: “vendo eu sangue, passarei por cima de vós” (Êxodo 12:13). Doutrinariamente, isso representa o poder expiatório de Cristo, que nos livra da morte espiritual quando aplicamos Seu sacrifício em nossa vida por meio da fé, do arrependimento e da obediência.


Além disso, a Páscoa envolvia ação e compromisso. O povo precisava preparar o cordeiro, permanecer dentro de casa e seguir exatamente as instruções do Senhor (Êxodo 12:8–11). Isso nos ensina que a salvação não é passiva — exige fé demonstrada por atitudes. Assim como os israelitas confiaram nas palavras do Senhor para serem protegidos, nós também demonstramos nossa fé ao guardar convênios, participar da Santa Ceia e lembrar constantemente do sacrifício de Cristo.


Outro ponto doutrinário importante é que a Páscoa foi estabelecida como uma ordenança contínua: “Este dia vos será por memória” (Êxodo 12:14). Isso mostra que Deus deseja que Seu povo nunca esqueça a fonte de sua libertação. Hoje, esse princípio se cumpre quando renovamos nossos convênios e lembramos de Cristo regularmente. A lembrança não é apenas simbólica, mas espiritual — ela fortalece nossa fé, renova nosso compromisso e nos aproxima do Salvador.


Por fim, a Páscoa aponta diretamente para Jesus Cristo como nosso Libertador. Assim como o povo de Israel foi libertado da escravidão física, Cristo nos liberta do pecado e da morte espiritual. Ele é o verdadeiro Cordeiro, conforme ensinado: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Esse ensinamento nos convida a confiar plenamente em Cristo, a aplicar Sua Expiação em nossa vida e a viver com gratidão, lembrando sempre que é por meio Dele que encontramos redenção, proteção e verdadeira liberdade.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

A Páscoa: Um Símbolo de Amor, Esperança e Redenção em Jesus Cristo

 A Páscoa é um momento sagrado que nos convida a voltar nosso coração e nossa mente para Jesus Cristo e Seu papel central no plano de salvação. Mais do que uma celebração, ela é uma oportunidade de refletir sobre o amor de Deus por Seus filhos e sobre o sacrifício perfeito de Seu Filho. Ao estudarmos sobre a Páscoa, somos lembrados de que tudo o que Cristo fez foi por amor, para nos oferecer um caminho de retorno ao Pai Celestial.



O sacrifício de Jesus Cristo é o maior ato de amor já realizado. Ele sofreu e morreu por nós, tomando sobre Si nossos pecados, dores e fraquezas. Por meio desse sacrifício, temos a oportunidade de nos arrepender, recomeçar e encontrar paz. A Páscoa nos ajuda a lembrar que não estamos sozinhos em nossas dificuldades, pois Cristo compreende perfeitamente tudo o que sentimos e está sempre disposto a nos ajudar.

A Ressurreição de Jesus Cristo é o centro da mensagem da Páscoa e a maior fonte de esperança para toda a humanidade. Ao vencer a morte, Cristo garantiu que todos nós também ressuscitaremos. Isso nos dá consolo diante das perdas, força em momentos difíceis e a certeza de que a vida continua além desta existência. A Ressurreição nos ensina que, assim como Cristo venceu a morte, também podemos vencer desafios com fé Nele.

Além disso, a Páscoa nos convida a agir. Não se trata apenas de lembrar, mas de viver os ensinamentos de Jesus Cristo diariamente. Podemos demonstrar nossa gratidão seguindo Seu exemplo, servindo ao próximo, perdoando e amando como Ele amou. Pequenas atitudes de bondade e fé tornam a Páscoa algo vivo em nosso cotidiano.

Portanto, a Páscoa é um convite à transformação. Ao nos aproximarmos de Jesus Cristo, encontramos esperança, renovação e propósito. Ela nos lembra que, por meio Dele, sempre há um novo começo, e que Seu amor é constante e infinito.

sexta-feira, 27 de março de 2026

Deus Ouve Nosso Clamor e Cumpre Suas Promessas

A lição “Vem e Segue-Me” (Êxodo 1–6) ensina que Deus está atento às nossas aflições e nunca se esquece de Seus filhos. O povo de Israel sofria no Egito, mas “Deus ouviu o seu gemido e lembrou-se do seu convênio” (Êxodo 2:24). Mesmo em meio à dor e à opressão, o Senhor estava preparando um caminho de libertação. Esse princípio nos lembra que Deus conhece nossas dificuldades e age em Seu tempo para nos ajudar.

Um destaque importante dessa lição é a fé e coragem das mulheres. As parteiras Sifrá e Puá temeram a Deus e desobedeceram à ordem do rei de matar os bebês hebreus (Êxodo 1:17), mostrando grande coragem e reverência. Joquebede, mãe de Moisés, também demonstrou fé ao proteger seu filho e colocá-lo no rio, confiando no Senhor (Êxodo 2:3). Além disso, a filha de Faraó teve compaixão e salvou Moisés (Êxodo 2:6). Essas mulheres foram instrumentos nas mãos de Deus, ensinando que a fé pode fazer a diferença mesmo em situações difíceis.



Outro princípio da lição é que Deus chama pessoas imperfeitas para cumprir Seus propósitos. Moisés sentiu medo e insegurança ao ser chamado, perguntando: “Quem sou eu?” (Êxodo 3:11), mas o Senhor respondeu: “Eu serei contigo” (Êxodo 3:12). Isso mostra que Deus não exige perfeição, mas disposição para confiar Nele. Assim como Moisés, podemos ser fortalecidos quando aceitamos o chamado do Senhor.

A lição também ensina que devemos confiar em Deus mesmo quando as coisas parecem não melhorar. Quando Moisés começou sua missão, a situação do povo se tornou mais difícil (Êxodo 5:6–9). No entanto, como ensinado nos discursos citados na aula, o Senhor cumpre Suas promessas no tempo certo. Ele declarou: “Eu sou o Senhor” (Êxodo 6:6), reafirmando que libertaria Seu povo.

Por fim, aprendemos que Deus nunca abandona aqueles que confiam Nele. Tanto as mulheres de fé quanto Moisés foram instrumentos para cumprir o plano divino. Essa lição nos convida a ter coragem, confiar em Deus e agir com fé, sabendo que Ele ouve nosso clamor e cumpre Suas promessas em nossa vida.

Deus Está no Controle de Tudo

A lição de Gênesis 42–50 ensina que, mesmo em meio às maiores dificuldades, Deus está guiando nossa vida para um propósito maior. José, após anos de sofrimento, reencontra seus irmãos e demonstra que o Senhor estava no controle de todas as coisas. Ao revelar sua identidade, ele declara: “Deus me enviou adiante de vós, para conservar vossa sucessão na terra” (Gênesis 45:7). Esse ensinamento mostra que, mesmo quando não entendemos nossas provações, Deus pode estar preparando algo maior.



Um dos princípios mais marcantes dessa lição é o poder do perdão. José teve todas as razões humanas para se vingar de seus irmãos, mas escolheu perdoar. Ele compreendeu o propósito divino ao dizer: “Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem” (Gênesis 50:20). Esse exemplo ensina que permitir que Deus prevaleça em nossa vida também significa abandonar o ressentimento e confiar na justiça e no plano do Senhor.

A lição também destaca a importância da fé contínua. Mesmo após alcançar poder no Egito, José permaneceu fiel e reconheceu a mão de Deus em tudo. Conforme ensinado no discurso citado na lição, Deus pode transformar nossas dores em crescimento e nossas dificuldades em bênçãos, se permitirmos que Ele guie nossa vida. Isso exige humildade, confiança e disposição para ver além do momento presente.

Outro ponto importante é o fortalecimento dos laços familiares. O reencontro de José com seu pai Jacó (Gênesis 46:29) é um momento de grande emoção e mostra que Deus valoriza a família. Apesar dos erros do passado, houve reconciliação, amor e união. Esse princípio reforça que, com a ajuda de Deus, relacionamentos podem ser restaurados.

Por fim, essa lição nos convida a confiar plenamente no plano divino. Assim como José, podemos enfrentar desafios, injustiças e momentos de dor, mas, se permanecermos fiéis, veremos que Deus transforma tudo para o nosso bem. Permitir que Deus prevaleça é confiar que Ele está no controle, guiando nossa história com propósito, amor e sabedoria.

José do Egito: Fidelidade a Deus em Meio às Provações

A lição “Vem e Segue-Me” (Gênesis 37–41) ensina que Deus está presente mesmo nos momentos mais difíceis de nossa vida. A história de José mostra que, apesar de ter sido rejeitado por seus irmãos e vendido como escravo, o Senhor permaneceu ao seu lado. Como está escrito: “O Senhor estava com José” (Gênesis 39:2), evidenciando que a presença divina não depende das circunstâncias externas, mas da nossa fidelidade. Esse princípio nos ensina que, mesmo nas injustiças, Deus não nos abandona.



Outro ensinamento importante é a integridade em todas as situações. Mesmo longe de casa e enfrentando tentações, José escolheu fazer o que era certo. Ao resistir à tentação, declarou: “Como, pois, faria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gênesis 39:9). Essa atitude demonstra que a verdadeira fidelidade a Deus não depende de quem está olhando, mas do caráter que desenvolvemos. José foi um exemplo de retidão, mostrando que obedecer a Deus sempre traz consequências positivas, ainda que não imediatas.

A lição também destaca que Deus pode transformar dificuldades em bênçãos. José passou por sofrimento, prisão e humilhação, mas tudo isso fez parte de um plano maior. Mais tarde, ao interpretar os sonhos de Faraó, ele foi elevado a uma posição de liderança no Egito (Gênesis 41:41). Isso nos ensina que o Senhor pode usar nossas provações para nos preparar para algo maior, abençoando não apenas nossa vida, mas a de muitas outras pessoas.

Por fim, aprendemos sobre confiar no tempo de Deus. José esperou anos até ver o cumprimento das promessas, mas nunca deixou de confiar. Sua história mostra que, quando permanecemos firmes, Deus transforma dor em propósito. Como princípio, podemos aplicar em nossa vida a confiança de que, assim como José, se formos fiéis, o Senhor estará conosco em todos os momentos e cumprirá Suas promessas no tempo certo.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Quando Permitimos que Deus Prevaleça, Nossa Vida Muda

A lição do Vem, e Segue-Me “Permita que Deus prevaleça”, mostra como o Senhor continua cumprindo os convênios feitos com Abraão por meio de seus descendentes. O capítulo 24 descreve a missão do servo de Abraão para encontrar uma esposa para Isaque. Por meio de oração, fé e orientação divina, ele encontra Rebeca, cuja bondade e disposição em servir — evidenciada quando ela oferece água ao servo e aos camelos — revela seu caráter. Ao aceitar deixar sua família e viajar para uma terra distante para casar-se com Isaque, Rebeca demonstra fé e confiança no plano do Senhor, tornando-se parte da linhagem do convênio que abençoaria todas as nações da Terra.



A narrativa também apresenta os desafios dentro da família de Isaque. Jacó e Esaú, irmãos gêmeos, entram em conflito desde cedo, especialmente em relação ao direito de primogenitura e à bênção patriarcal. Jacó acaba fugindo de casa e passa muitos anos vivendo e trabalhando com seu tio Labão, onde enfrenta dificuldades, enganos e longos anos de trabalho para casar-se com Raquel. Essas experiências moldam o caráter de Jacó e mostram como Deus pode trabalhar por meio de circunstâncias difíceis para cumprir Seus propósitos e preparar Seus servos.

Um dos momentos mais significativos ocorre quando Jacó retorna à terra de seus pais e, temendo o encontro com Esaú, passa a noite lutando com um mensageiro divino. Após essa experiência espiritual intensa, ele recebe o novo nome Israel, que pode ser entendido como “aquele que luta com Deus” ou “aquele que permite que Deus prevaleça”. Esse episódio simboliza a transformação espiritual de Jacó: de alguém marcado por conflitos e estratégias humanas para alguém que aprende a confiar mais plenamente no poder e nas promessas de Deus.

A mensagem central da lição é um convite para que cada pessoa permita que Deus prevaleça em sua vida. Assim como Rebeca demonstrou fé ao seguir a orientação divina e Jacó foi transformado por suas experiências com o Senhor, nós também somos convidados a confiar em Deus em nossas decisões, fazer e guardar convênios e buscar uma mudança interior. Quando escolhemos colocar a vontade de Deus acima de nossos próprios desejos, permitimos que Ele molde nosso caráter e nos conduza ao cumprimento de Suas promessas.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Promessas Cumpridas no Tempo do Senhor

 A lição baseada em Gênesis 18–23 convida-nos a refletir sobre a vida de Abraão e Sara, especialmente sua fé nas promessas de Deus mesmo diante de circunstâncias aparentemente impossíveis. As experiências desses fiéis servos — desde a promessa de um filho na velhice até o teste supremo de oferecer Isaque — revelam uma verdade fundamental: Deus cumpre Suas promessas no tempo e na maneira Dele. A fé deles nos ensina que confiar plenamente na palavra do Senhor fortalece nosso coração, mesmo quando enfrentamos incertezas ou desafios prolongados.



Outro aspecto importante abordado é o chamado de Deus para fugir da iniquidade e não olhar para trás, exemplificado na história de Ló e sua família. A esposa de Ló, ao olhar para trás enquanto fugia de Sodoma, simboliza o perigo de apegar-se ao passado ou às coisas que, embora inadequadas, ainda exercem influência sobre nós. Esse relato nos convida a avaliar nossas próprias escolhas e a manter o foco firme no caminho que conduz à retidão e à segurança espiritual.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Entre a Arca e a Torre: A Escolha que Define Gerações

 A história de Noé começa em um cenário sombrio. A Terra estava “corrompida diante da face de Deus” e “cheia de violência” (Gênesis 6:11), e “toda imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente” (Gênesis 6:5). Em meio a essa decadência moral generalizada, surge uma frase luminosa: “Noé encontrou graça aos olhos do Senhor” (Gênesis 6:8). Enquanto o mundo se afastava de Deus, um homem escolheu andar com Ele. O livro de Moisés acrescenta que Noé foi chamado a pregar arrependimento, mas o povo “não deu ouvidos” às advertências divinas (Moisés 8:20–24), revelando um padrão recorrente na história humana: Deus chama, convida e adverte e muitos rejeitam.




Calendário de Estudo do Vem e Segue-me de Fevereiro

 Veja abaixo o calendário de estudo do vem e Segue-me de Fevereiro de 2026:




sábado, 7 de fevereiro de 2026

Sião: Um Povo de Um Só Coração



O capítulo 7 do livro de Moisés revela com profundidade o que significa Sião aos olhos de Deus. Em contraste com um mundo marcado pela violência, pela desigualdade e pela indiferença espiritual, o Senhor chama Enoque para proclamar arrependimento e apontar um caminho mais elevado. As escrituras mostram que Sião não nasce da perfeição humana, mas da disposição de um povo em ouvir a voz de Deus, arrepender-se e permitir que Ele transforme corações e relações. Assim, Sião surge como a resposta divina ao caos moral da humanidade (ver Moisés 7:13–17).


sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Enoque: Um Profeta Que Andou Com Deus


Quando lemos Gênesis 5, a maior parte do capítulo parece ser apenas uma longa lista de nomes entre Adão e Noé, mas no meio dessa genealogia há uma frase que chama profundamente nossa atenção: “Enoque andou com Deus; e não estava mais, porquanto Deus para si o tomou” (Gênesis 5:24). À primeira vista, essa declaração pode parecer enigmática ou até superficial, mas essa linha curta aponta para uma das histórias mais grandiosas e espiritualmente profundas registradas nas escrituras.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O Éden Não Foi o Fim

 

 Uma história antiga… mas sobre nós

A semana do Vem, e Segue-Me nos leva ao começo da experiência humana em Gênesis 3–4 e Moisés 4–5, onde encontramos a narrativa da Queda de Adão e Eva. À primeira vista, esse relato pode parecer distante — uma serpente, um fruto, uma expulsão do Éden. Mas, quando lemos com fé e atenção, percebemos que essas escrituras falam de pessoas reais, de escolhas reais, e de um Deus que continua agindo hoje como agiu naquele tempo. A história não é apenas sobre “o que aconteceu”, mas sobre quem estamos nos tornando enquanto vivemos num mundo de decisões, consequências e aprendizado.


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

A Arquitetura da Eternidade: Por que Gênesis Nunca Foi Feito para Ser um Livro Didático de Ciências

1. Introdução: O Paradoxo de Gênesis

Os capítulos iniciais de Gênesis são, sem dúvida, algumas das páginas mais famosas da história humana — e, ainda assim, estão entre as mais profundamente mal compreendidas. Por séculos, leitores se aproximaram desse texto como se ele fosse um manual técnico, um guia passo a passo de química sobre a origem do universo. Quando o texto não se alinha à física ou à biologia modernas, surge com frequência um falso conflito entre fé e razão.

Entretanto, quando retiramos as camadas do hebraico Elohim e examinamos o texto à luz do conhecimento antigo, descobrimos que o relato da criação não é um relatório científico, mas uma narrativa sagrada e intencional. A erudição bíblica moderna identifica pelo menos quatro fontes históricas por trás do Pentateuco — a Sacerdotal (ou Sacerdotal/Priestly), a Eloísta, a Javista e a Deuteronomista (frequentemente referidas como J, E, D e P) — sugerindo que o registro que temos hoje é uma síntese rica e complexa de percepções antigas. Para compreender verdadeiramente a profundidade da Criação, precisamos reconhecer que não estamos lendo uma única história, mas uma harmonia de testemunhas.




2. Não Uma História, Mas Quatro Testemunhas

Embora a Bíblia tradicional forneça o relato mais conhecido, o evangelho restaurado oferece uma visão “estéreo” da eternidade por meio de quatro registros principais: Gênesis, o Livro de Moisés, o Livro de Abraão e a Investidura do Templo.

Como observaram estudiosos como o Professor Nibley (referido em alguns textos como Nebel), esses registros funcionam de modo semelhante aos quatro Evangelhos do Novo Testamento. Assim como Mateus, Marcos, Lucas e João oferecem perspectivas distintas, porém complementares, sobre a vida de Cristo, esses quatro relatos da Criação apresentam profundidades únicas. Enquanto a Septuaginta — a antiga tradução grega feita pelos “70” estudiosos — dá peso histórico à narrativa bíblica, o Livro de Abraão oferece uma visão “dos bastidores” sobre o planejamento e a organização do cosmos. Essa multiplicidade não cria contradição; ela cria um entendimento mais completo e multidimensional da obra de Deus.


3. A Criação Foi um Ato de Organização, Não de Magia

Uma mudança decisiva na compreensão da Criação é rejeitar a ideia de Ex Nihilo — isto é, a noção de que Deus criou o universo do nada. Esse conceito, que se tornou dominante em séculos posteriores do cristianismo, na verdade ampliou o abismo entre Deus e a humanidade.

A Restauração ensina uma verdade muito mais antiga e fortalecedora: Deus é um Mestre Arquiteto, não um mágico. Em um sermão de 1839, Joseph Smith ensinou que o universo tem “raízes eternas” e que “elementos” e “inteligência” existem em um estado fundamental, sem começo nem fim. Deus não “criou” esses elementos; Ele os organizou.

“Deus organizou o universo por meio de elementos já existentes.”

Sob essa perspectiva, Deus tomou materiais que estavam “sem forma e vazios” — matéria desorganizada — e os conduziu a um estado de ordem e propósito. Isso apresenta um universo no qual os blocos de construção da vida são tão eternos quanto o próprio Deus.


4. Você Pode Ter Feito Parte da “Equipe de Construção”

A pluralidade no texto hebraico original é inegável. A palavra para Deus, Elohim, é um substantivo plural, e o decreto divino “Façamos o homem” destaca um esforço colaborativo. Sabemos que Jesus Cristo (Jeová) foi o Criador principal, agindo sob a direção do Pai.

Entretanto, o “Espírito de Deus” mencionado como se movendo sobre as águas em Gênesis 1:2 sugere um poder governante mais profundo. Como esclarecido em Doutrina e Convênios 88, isso é a “Luz de Cristo” — o poder que preenche a “imensidão do espaço” e atua como a lei pela qual todas as coisas são governadas. Por meio dessa luz, o Salvador foi auxiliado por “espíritos nobres e grandes”. Figuras como Adão (Miguel) e Noé desempenharam papéis fundamentais na organização do mundo. Isso nos convida a uma reflexão impressionante: nossa própria identidade é anterior ao mundo físico, e muitos de nós talvez tenhamos sido testemunhas da própria organização da Terra que hoje habitamos.


5. O “Porquê” é Mais Importante que o “Como”: Fé e Ciência se Encontram

A aparente tensão entre religião e a teoria da evolução frequentemente desaparece quando nos concentramos na intenção real do texto. Conforme registrado em 1 Néfi 17:36, o propósito é claro:

“Eis que o Senhor criou a terra para que fosse habitada; e criou seus filhos para que a possuíssem.”

O registro explica por que a Terra existe — não os mecanismos biológicos específicos de como ela foi povoada.

A Igreja mantém uma posição de neutralidade científica quanto à teoria da evolução. Os “dias” da Criação são melhor compreendidos como “períodos” ou “tempos” — divisões da eternidade, e não rotações de 24 horas. Isso abre espaço para a realidade de eras geológicas e para a existência de dinossauros. O geólogo e apóstolo James E. Talmage observou que essas criaturas viveram e morreram muito antes de a Terra estar em seu estado final “edênico”. Ciência e religião não estão em conflito: a ciência explora os mecanismos do mundo natural, enquanto os relatos da Criação revelam a intenção divina por trás dele.


6. A Humanidade é “Muito Boa”, Não Apenas “Boa”

Há uma mudança linguística profunda no clímax da narrativa. Depois de organizar a luz, os mares e os animais, Deus declarou que cada etapa era “boa”. Mas após a criação do homem e da mulher, é usado o superlativo: “muito bom.”

A “Imagem de Deus” não é meramente simbólica. Assim como Gênesis 5:3 descreve Sete como estando na literal “imagem e semelhança” de seu pai, Adão, nós somos descendência literal de Pais Divinos. O plural “Nossa imagem” também sugere o Feminino Divino. No sumério antigo, a palavra para “costela” é Ti, que também significa “vida”. Essa ligação etimológica sugere que Eva não foi um detalhe posterior ou uma subordinada, mas o ápice de toda a obra — a obra-prima final que trouxe vida e parceria à completude.


7. O Jardim Era um Passo, Não o Destino

O Jardim do Éden nunca foi feito para ser um lar permanente; ele era um estado de “inocência estagnada”. Sem a Queda, Adão e Eva teriam permanecido em uma condição na qual o progresso seria impossível. Eles não teriam filhos, não teriam miséria para contrastar com alegria, e não teriam oportunidade de exercer o arbítrio.

As duas árvores — Vida e Conhecimento — criaram uma oposição necessária. Para progredir, a humanidade precisava sair do ambiente “doce”, porém estático, do Jardim, e entrar na experiência “amarga”, porém transformadora, da mortalidade. A Queda não foi uma falha do plano; foi uma transição planejada.

“Adão caiu para que os homens existissem; e os homens existem para que tenham alegria.” (2 Néfi 2:25)


8. Conclusão: Uma Obra-Prima em Progresso

A Criação é um testemunho do papel de Deus como um Criador organizado e intencional, que valoriza parceria e progresso. Ela permanece como uma testemunha de que não somos meras criaturas do pó, mas herdeiros do Mestre Arquiteto.

Se fizemos parte da equipe que ajudou a organizar os elementos do universo, surge então uma pergunta provocativa para nossa própria vida: se a obra de Deus é uma obra de organização, ordem e amor, o que somos chamados a organizar em nossa vida hoje? Estamos aqui para construir, criar e, finalmente, realizar o potencial divino que foi colocado em movimento antes mesmo de o mundo ser formado.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Bíblia comparada - Gênesis 1–2

 Gênesis 1



Versão João Ferreira de Almeida, Edição SUD 2015

Nova Versão Internacional

Nova Versão Transformadora

Deus cria esta Terra e seu céu e todas as formas de vida em seis dias — Descrevem-se os atos de criação de cada dia — Deus cria o homem, macho e fêmea, à Sua própria imagem — Ao homem é dado domínio sobre todas as coisas e ele recebe mandamento de se multiplicar e de encher a Terra.


1 No princípio, Deus criou os céus e a terra.


2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.


3 E disse Deus: Haja luz; e houve luz.


4 E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.


5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.


6 E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.


7 E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.


8 E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.


9 E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar, e apareça a porção seca; e assim foi.


10 E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.


11 Disse Deus: Produza a terra relva, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nela sobre a terra; e assim foi.


12 E a terra produziu relva, e erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente estava nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.


13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.


14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, e para tempos determinados, e para dias e anos.


15 E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra; e assim foi.


16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e as estrelas.


17 E Deus os pôs na expansão dos céus para alumiar a terra,


18 E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.


19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.


20 E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus.


21 E Deus criou as grandes baleias, e todo réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.


22 E Deus as abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra.


23 E foi a tarde e a manhã, o dia quinto.


24 E disse Deus: Produza a terra criatura vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis, e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi.


25 E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.


26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.


27 E criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou.


28 E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra.


29 E disse Deus: Eis que vos dei toda erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra, e toda árvore, em que há fruto de árvore que dá semente; ser-vos-á para mantimento.


30 E a todo animal da terra, e a toda ave dos céus, e a todo réptil sobre a terra, em que há alma vivente, eu dei toda erva verde para mantimento; e assim foi.


31 E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

¹ No princípio Deus criou os céus e a terra.

² Era a terra sem forma e vazia; trevas cobriam a face do abismo, e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

³ Disse Deus: "Haja luz", e houve luz.

⁴ Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas.

⁵ Deus chamou à luz dia, e às trevas chamou noite. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o primeiro dia.

⁶ Depois disse Deus: "Haja entre as águas um firmamento que separe águas de águas".

⁷ Então Deus fez o firmamento e separou as águas que estavam embaixo do firmamento das que estavam por cima. E assim foi.

⁸ Ao firmamento Deus chamou céu. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o segundo dia.

⁹ E disse Deus: "Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça a parte seca". E assim foi.

¹⁰ À parte seca Deus chamou terra, e chamou mares ao conjunto das águas. E Deus viu que ficou bom.

¹¹ Então disse Deus: "Cubra-se a terra de vegetação: plantas que dêem sementes e árvores cujos frutos produzam sementes de acordo com as suas espécies". E assim foi.

¹² A terra fez brotar a vegetação: plantas que dão sementes de acordo com as suas espécies, e árvores cujos frutos produzem sementes de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

¹³ Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o terceiro dia.

¹⁴ Disse Deus: "Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos,

¹⁵ e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra". E assim foi.

¹⁶ Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas.

¹⁷ Deus os colocou no firmamento do céu para iluminar a terra,

¹⁸ governar o dia e a noite, e separar a luz das trevas. E Deus viu que ficou bom.

¹⁹ Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quarto dia.

²⁰ Disse também Deus: "Encham-se as águas de seres vivos, e sobre a terra voem aves sob o firmamento do céu".

²¹ Assim Deus criou os grandes animais aquáticos e os demais seres vivos que povoam as águas, de acordo com as suas espécies; e todas as aves, de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

²² Então Deus os abençoou, dizendo: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham as águas dos mares! E multipliquem-se as aves na terra".

²³ Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o quinto dia.

²⁴ E disse Deus: "Produza a terra seres vivos de acordo com as suas espécies: rebanhos domésticos, animais selvagens e os demais seres vivos da terra, cada um de acordo com a sua espécie". E assim foi.

²⁵ Deus fez os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. E Deus viu que ficou bom.

²⁶ Então disse Deus: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais grandes de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão".

²⁷ Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

²⁸ Deus os abençoou, e lhes disse: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movem pela terra".

²⁹ Disse Deus: "Eis que lhes dou todas as plantas que nascem em toda a terra e produzem sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês.

³⁰ E dou todos os vegetais como alimento a tudo o que tem em si fôlego de vida: a todos os grandes animais da terra, a todas as aves do céu e a todas as criaturas que se movem rente ao chão". E assim foi.

³¹ E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom. Passaram-se a tarde e a manhã; esse foi o sexto dia. 






¹ No princípio, Deus criou os céus e a terra.

² A terra era sem forma e vazia, a escuridão cobria as águas profundas, e o Espírito de Deus se movia sobre a superfície das águas.

³ Então Deus disse: "Haja luz", e houve luz.

⁴ E Deus viu que a luz era boa, e separou a luz da escuridão.

⁵ Deus chamou a luz de "dia" e a escuridão de "noite".

  A noite passou e veio a manhã, encerrando o primeiro dia.

⁶ Então Deus disse: "Haja um espaço entre as águas, para separar as águas dos céus das águas da terra".

⁷ E assim aconteceu. Deus criou um espaço para separar as águas da terra das águas dos céus.

⁸ Deus chamou o espaço de "céu".

  A noite passou e veio a manhã, encerrando o segundo dia.

⁹ Então Deus disse: "Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar, para que apareça uma parte seca". E assim aconteceu.

¹⁰ Deus chamou a parte seca de "terra" e as águas de "mares". E Deus viu que isso era bom.

¹¹ Então Deus disse: "Produza a terra vegetação: toda espécie de plantas com sementes e árvores que dão frutos com sementes. As sementes produzirão plantas e árvores, cada uma conforme a sua espécie". E assim aconteceu.

¹² A terra produziu vegetação: toda espécie de plantas com sementes e árvores que dão frutos com sementes. As sementes produziram plantas e árvores, cada uma conforme a sua espécie. E Deus viu que isso era bom.

¹³ A noite passou e veio a manhã, encerrando o terceiro dia.

¹⁴ Então Deus disse: "Haja luzes no céu para separar o dia da noite e marcar as estações, os dias e os anos.

¹⁵ Que essas luzes brilhem no céu para iluminar a terra". E assim aconteceu.

¹⁶ Deus criou duas grandes luzes: a maior para governar o dia e a menor para governar a noite, e criou também as estrelas.

¹⁷ Deus colocou essas luzes no céu para iluminar a terra,

¹⁸ para governar o dia e a noite e para separar a luz da escuridão. E Deus viu que isso era bom.

¹⁹ A noite passou e veio a manhã, encerrando o quarto dia.

²⁰ Então Deus disse: "Encham-se as águas de seres vivos, e voem as aves no céu acima da terra".

²¹ Assim, Deus criou os grandes animais marinhos e todos os seres vivos que se movem em grande número pelas águas, bem como uma grande variedade de aves, cada um conforme a sua espécie. E Deus viu que isso era bom.

²² Então Deus os abençoou: "Sejam férteis e multipliquem-se. Que os seres encham os mares e as aves se multipliquem na terra".

²³ A noite passou e veio a manhã, encerrando o quinto dia.

²⁴ Então Deus disse: "Produza a terra grande variedade de animais, cada um conforme a sua espécie: animais domésticos, animais que rastejam pelo chão e animais selvagens". E assim aconteceu.

²⁵ Deus criou grande variedade de animais selvagens, animais domésticos e animais que rastejam pelo chão, cada um conforme a sua espécie. E Deus viu que isso era bom.

²⁶ Então Deus disse: "Façamos o ser humano à nossa imagem; ele será semelhante a nós. Dominará sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre todos os animais selvagens da terra e sobre os animais que rastejam pelo chão".

²⁷ Assim, Deus criou os seres humanos à sua própria imagem,

  à imagem de Deus os criou;

  homem e mulher os criou.

²⁸ Então Deus os abençoou e disse: "Sejam férteis e multipliquem-se. Encham e governem a terra. Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que rastejam pelo chão".

²⁹ Então Deus disse: "Vejam! Eu lhes dou todas as plantas com sementes em toda a terra e todas as árvores frutíferas, para que lhes sirvam de alimento.

³⁰ E dou todas as plantas verdes como alimento a todos os seres vivos: aos animais selvagens, às aves do céu e aos animais que rastejam pelo chão". E assim aconteceu.

³¹ Então Deus olhou para tudo que havia feito e viu que era muito bom.

  A noite passou e veio a manhã, encerrando o sexto dia. 


Gênesis 1:1-31




Gênesis 2



Versão João Ferreira de Almeida, Edição SUD 2015

Nova Versão Internacional

Nova Versão Transformadora

A Criação é concluída — Deus descansa no sétimo dia — Explica-se a prévia criação espiritual — Adão e Eva são colocados no Jardim do Éden — É-lhes proibido comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal — Adão dá nome a toda criatura vivente — Adão e Eva são casados pelo Senhor.


1 Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados.


2 E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.


3 E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou, porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.


4 Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados, no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus;


5 E toda planta do campo que ainda não estava na terra, e toda erva do campo que ainda não brotava; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra.


6 Um vapor, porém, subia da terra e regava toda a face da terra.


7 E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.


8 E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, a oriente, e pôs ali o homem que tinha formado.


9 E o Senhor Deus fez brotar da terra toda árvore agradável à vista e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.


10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.


11 O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro.


12 E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio, e a pedra ônix.


13 E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe.


14 E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o oriente da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates.


15 E tomou o Senhor Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.


16 E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente,


17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.


18 E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que lhe seja adequada.


19 Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo animal do campo, e toda ave dos céus, levou-os a Adão, para ver como ele os chamaria; e tudo o que Adão chamou cada criatura vivente, isso foi o seu nome.


20 E Adão deu nome a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que lhe fosse adequada.


21 Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e fechou a carne em seu lugar;


22 E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e levou-a a Adão.


23 E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.


24 Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.


25 E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher, e não se envergonhavam.

¹ Assim foram concluídos os céus e a terra, e tudo o que neles há.

² No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou.

³ Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação.

⁴ Esta é a história das origens dos céus e da terra, no tempo em que foram criados: Quando o Senhor Deus fez a terra e os céus,

⁵ ainda não tinha brotado nenhum arbusto no campo, e nenhuma planta havia germinado, porque o Senhor Deus ainda não tinha feito chover sobre a terra, e também não havia homem para cultivar o solo.

⁶ Todavia brotava água da terra e irrigava toda a superfície do solo.

⁷ Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente.

⁸ Ora, o Senhor Deus tinha plantado um jardim no Éden, para os lados do leste; e ali colocou o homem que formara.

⁹ O Senhor Deus fez nascer então do solo todo tipo de árvores agradáveis aos olhos e boas para alimento. E no meio do jardim estavam a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal.

¹⁰ No Éden nascia um rio que irrigava o jardim, e depois se dividia em quatro.

¹¹ O nome do primeiro é Pisom. Ele percorre toda a terra de Havilá, onde existe ouro.

¹² O ouro daquela terra é excelente; lá também existem o bdélio e a pedra de ônix.

¹³ O segundo, que percorre toda a terra de Cuxe, é o Giom.

¹⁴ O terceiro, que corre pelo lado leste da Assíria, é o Tigre. E o quarto rio é o Eufrates.

¹⁵ O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo.

¹⁶ E o Senhor Deus ordenou ao homem: "Coma livremente de qualquer árvore do jardim,

¹⁷ mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá".

¹⁸ Então o Senhor Deus declarou: "Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda".

¹⁹ Depois que formou da terra todos os animais do campo e todas as aves do céu, o Senhor Deus os trouxe ao homem para ver como este lhes chamaria; e o nome que o homem desse a cada ser vivo, esse seria o seu nome.

²⁰ Assim o homem deu nomes a todos os rebanhos domésticos, às aves do céu e a todos os animais selvagens. Todavia não se encontrou para o homem alguém que o auxiliasse e lhe correspondesse.

²¹ Então o Senhor Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne.

²² Com a costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher e a trouxe a ele.

²³ Disse então o homem: "Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada".

²⁴ Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne.

²⁵ O homem e sua mulher viviam nus, e não sentiam vergonha. 



¹ Desse modo, completou-se a criação dos céus e da terra e de tudo que neles há.

² No sétimo dia, Deus havia terminado sua obra de criação e descansou de todo o seu trabalho.

³ Deus abençoou o sétimo dia e o declarou santo, pois foi o dia em que ele descansou de toda a sua obra de criação.

⁴ Esse é o relato da criação dos céus e da terra.

#  O homem e a mulher no jardim

  Quando o Senhor Deus criou a terra e os céus,

⁵ nenhuma planta silvestre nem grãos haviam brotado na terra, pois o Senhor Deus ainda não tinha mandado chuva para regar a terra, e não havia quem a cultivasse.

⁶ Mas do solo brotava água, que regava toda a terra.

⁷ Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra. Soprou o fôlego da vida em suas narinas, e o homem se tornou ser vivo.

⁸ O Senhor Deus plantou um jardim no Éden, para os lados do leste, e ali colocou o homem que havia criado.

⁹ O Senhor Deus fez brotar do solo árvores de todas as espécies, árvores lindas que produziam frutos deliciosos. No meio do jardim, colocou a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal.

¹⁰ Da terra do Éden nascia um rio que regava o jardim e depois se dividia em quatro braços.

¹¹ O primeiro braço, chamado Pisom, rodeava toda a terra de Havilá, onde existe ouro.

¹² O ouro dessa terra é de grande pureza; lá também há resina aromática e pedra de ônix.

¹³ O segundo braço, chamado Giom, rodeava toda a terra de Cuxe.

¹⁴ O terceiro braço, chamado Tigre, corria para o leste da terra da Assíria. O quarto braço era chamado de Eufrates.

¹⁵ O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cultivá-lo e tomar conta dele,

¹⁶ mas o Senhor Deus lhe ordenou: "Coma à vontade dos frutos de todas as árvores do jardim,

¹⁷ exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Se você comer desse fruto, com certeza morrerá".

¹⁸ O Senhor Deus disse: "Não é bom que o homem esteja sozinho. Farei alguém que o ajude e o complete".

¹⁹ O Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do céu. Trouxe-os ao homem para ver como os chamaria, e o homem escolheu um nome para cada um deles.

²⁰ Deu nome a todos os animais domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens. O homem, porém, continuava sem alguém que o ajudasse e o completasse.

²¹ Então o Senhor Deus o fez cair num sono profundo. Enquanto o homem dormia, tirou dele uma das costelas e fechou o espaço que ela ocupava.

²² Dessa costela o Senhor Deus fez uma mulher e a trouxe ao homem.

²³ "Finalmente!", exclamou o homem.

  "Esta é osso dos meus ossos,

  e carne da minha carne!

  Será chamada ‘mulher’,

  porque foi tirada do ‘homem’".

²⁴ Por isso o homem deixa pai e mãe e se une à sua mulher, e os dois se tornam um só.

²⁵ O homem e a mulher estavam nus, mas não sentiam vergonha. 




Moisés 2



Versão João Ferreira de Almeida, Edição SUD 2015

Nova Versão Internacional

Nova Versão Transformadora

1 E aconteceu que o Senhor falou a Moisés, dizendo: Eis que eu te revelo o que concerne a este céu e a esta Terra; escreve as palavras que eu digo. Eu sou o Princípio e o Fim, o Deus Todo-Poderoso; por meio de meu Unigênito eu criei estas coisas; sim, no princípio criei o céu e a Terra sobre a qual estás.


2 E a Terra era sem forma e vazia; e eu fiz com que as trevas cobrissem a face do abismo; e meu Espírito moveu-se sobre a face da água; pois eu sou Deus.


3 E eu, Deus, disse: Haja luz; e houve luz.


4 E eu, Deus, vi a luz; e vi que a luz era boa. E eu, Deus, separei a luz das trevas.


5 E eu, Deus, chamei à luz Dia; e às trevas chamei Noite; e isso fiz pela palavra de meu poder e foi feito conforme eu disse; e foram a tarde e a manhã o primeiro dia.


6 E eu, Deus, tornei a dizer: Haja um firmamento no meio da água; e assim foi feito, como eu disse; e eu disse: Separe ele as águas das águas; e assim foi feito;


7 E eu, Deus, fiz o firmamento e dividi as águas; sim, as grandes águas, sob o firmamento, das águas que estavam acima do firmamento; e assim foi como eu disse.


8 E eu, Deus, chamei ao firmamento Céus; e foram a tarde e a manhã o segundo dia.


9 E eu, Deus, disse: Ajuntem-se as águas que estão debaixo dos céus em um só lugar; e assim foi. E eu, Deus, disse: Que haja terra seca; e assim foi.


10 E eu, Deus, chamei à parte seca Terra: e ao ajuntamento das águas chamei Mar; e eu, Deus, vi que todas as coisas que eu havia feito eram boas.


11 E eu, Deus, disse: Que a terra produza relva, a erva que dê semente, a árvore frutífera que dê fruto segundo sua espécie e a árvore que dê fruto, cuja semente esteja nele, sobre a terra; e foi como eu disse.


12 E a terra produziu relva, toda erva que dá semente segundo sua espécie; e a árvore que dá fruto, cuja semente está nele, segundo sua espécie; e eu, Deus, vi que todas as coisas que eu havia feito eram boas;


13 E foram a tarde e a manhã o terceiro dia.


14 E eu, Deus, disse: Haja luzes no firmamento do céu para dividir o dia da noite; e que elas sejam por sinais e por estações e por dias e por anos;


15 E que sejam por luzes no firmamento do céu para iluminar a Terra; e assim foi.


16 E eu, Deus, fiz duas grandes luzes; a luz maior para governar o dia e a luz menor para governar a noite; e a luz maior foi o sol e a luz menor foi a lua; e também as estrelas foram feitas de acordo com minha palavra.


17 E eu, Deus, coloquei-as no firmamento do céu para iluminar a Terra,


18 E o sol para governar o dia e a lua para governar a noite e para separar a luz das trevas; e eu, Deus, vi que todas as coisas que eu havia feito eram boas;


19 E foram a tarde e a manhã o quarto dia.


20 E eu, Deus, disse: Produzam as águas, abundantemente, criaturas viventes que se movam e aves que possam voar sobre a terra no livre firmamento do céu.


21 E eu, Deus, criei grandes baleias e toda criatura vivente que se move, que as águas produziram em abundância, segundo sua espécie, e toda ave alada segundo sua espécie; e eu, Deus, vi que todas as coisas que eu havia criado eram boas.


22 E eu, Deus, abençoei-as, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos e enchei as águas do mar; e multipliquem-se as aves na Terra;


23 E foram a tarde e a manhã o quinto dia.


24 E eu, Deus, disse: Produza a terra criaturas viventes segundo sua espécie; gado e coisas rastejantes e bestas da Terra, segundo sua espécie; e assim foi.


25 E eu, Deus, fiz as bestas da Terra, segundo sua espécie, e gado segundo sua espécie e tudo que rasteja sobre a Terra, segundo sua espécie; e eu, Deus, vi que todas essas coisas eram boas.


26 E eu, Deus, disse ao meu Unigênito, que estava comigo desde o princípio: Façamos o homem a nossa imagem, segundo nossa semelhança; e assim foi. E eu, Deus, disse: Que eles tenham domínio sobre os peixes do mar e sobre as aves do ar e sobre o gado e sobre toda a terra e sobre toda coisa rastejante que rasteja sobre a Terra.


27 E eu, Deus, criei o homem à minha própria imagem, à imagem de meu Unigênito o criei; homem e mulher os criei.


28 E eu, Deus, abençoei-os e disse-lhes: Frutificai e multiplicai-vos e enchei a Terra; e sujeitai-a e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus e sobre todo ser vivente que se move na Terra.


29 E eu, Deus, disse ao homem: Eis que te dei toda erva que dá semente, que está sobre a face de toda a Terra; e toda árvore em que há fruto que dê semente; para ti servirá de alimento.


30 E a toda besta da Terra e a toda ave do ar e a todas as coisas que rastejam sobre a Terra, às quais concedo vida, toda erva limpa será dada para alimento; e assim foi, sim, como eu disse.


31 E eu, Deus, vi todas as coisas que eu havia feito; e eis que todas as coisas que eu havia feito eram muito boas; e foram a tarde e a manhã o sexto dia.




Moisés 3



Versão João Ferreira de Almeida, Edição SUD 2015

Nova Versão Internacional

Nova Versão Transformadora

Deus criou todas as coisas espiritualmente antes que existissem fisicamente na Terra — Ele criou o homem, a primeira carne, na Terra — A mulher é uma adjutora própria para o homem.


1 Assim, o céu e a Terra foram terminados e todas as suas hostes.


2 E no sétimo dia eu, Deus, terminei minha obra e todas as coisas que tinha feito; e descansei no sétimo dia de toda a minha obra; e todas as coisas que eu fizera estavam terminadas; e eu, Deus, vi que elas eram boas;


3 E eu, Deus, abençoei o sétimo dia e santifiquei-o; porque nele eu descansara de toda a minha obra que eu, Deus, criara e fizera.


4 E agora, eis que eu te digo que estas são as gerações do céu e da Terra, quando foram criados, no dia em que eu, o Senhor Deus, fiz o céu e a Terra;


5 E toda planta do campo, antes de estar na Terra, e toda erva do campo, antes de brotar. Pois eu, o Senhor Deus, criei todas as coisas das quais falei espiritualmente, antes que elas existissem fisicamente na face da Terra. Pois eu, o Senhor Deus, não fizera chover sobre a face da Terra. E eu, o Senhor Deus, havia criado todos os filhos dos homens; e ainda não havia homem para lavrar a terra, pois no céu os criei; e ainda não havia carne sobre a Terra nem na água nem no ar;


6 Mas eu, o Senhor Deus, falei e levantou-se um vapor da Terra e regou toda a superfície do solo.


7 E eu, o Senhor Deus, formei o homem do pó da Terra e soprei em suas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se uma alma vivente, a primeira carne na Terra, também o primeiro homem; não obstante, todas as coisas foram criadas antes; mas espiritualmente foram elas criadas e feitas de acordo com minha palavra.


8 E eu, o Senhor Deus, plantei um jardim ao oriente, no Éden, e ali pus o homem que eu havia formado.


9 E da terra fiz eu, o Senhor Deus, brotar fisicamente toda árvore agradável à vista do homem; e o homem pôde contemplá-la. E ela tornou-se também uma alma vivente. Pois era espiritual no dia em que eu a criei, pois permanece na esfera em que eu, Deus, a criei, sim, como todas as coisas que preparei para uso do homem; o homem viu que era boa como alimento. E eu, o Senhor Deus, também plantei a árvore da vida no meio do jardim; e também a árvore do conhecimento do bem e do mal.


10 E eu, o Senhor Deus, fiz um rio sair do Éden para regar o jardim; e dali ele se dividia e tornava-se em quatro braços.


11 E eu, o Senhor Deus, dei ao primeiro o nome de Pisom; e ele rodeia toda a terra de Havilá, onde eu, o Senhor Deus, criei muito ouro;


12 E o ouro daquela terra era bom e havia bdélio e pedra ônix.


13 E o nome do segundo rio era Giom; é o que rodeia toda a terra da Etiópia.


14 E o nome do terceiro rio era Hidequel, o que vai para o lado oriental da Assíria. E o quarto rio era o Eufrates.


15 E eu, o Senhor Deus, tomei o homem e coloquei-o no Jardim do Éden para lavrá-lo e guardá-lo.


16 E eu, o Senhor Deus, ordenei ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente,


17 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; não obstante, podes escolher segundo a tua vontade, porque te é dado; mas lembra-te de que eu o proíbo, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.


18 E eu, o Senhor Deus, disse a meu Unigênito que não era bom que o homem estivesse só; por conseguinte, farei uma adjutora própria para ele.


19 E da terra, eu, o Senhor Deus, formei toda besta do campo e toda ave do ar; e ordenei-lhes que fossem até Adão para ver como ele as chamaria; e elas também eram almas viventes; porque eu, o Senhor Deus, soprei nelas o fôlego da vida e ordenei que o nome que Adão desse a cada criatura vivente, tal seria o seu nome.


20 E Adão deu nome a todo o gado e a todas as aves do ar e a todos os animais do campo; mas, quanto a Adão, não havia uma adjutora própria para ele.


21 E eu, o Senhor Deus, fiz com que caísse um sono profundo sobre Adão; e ele adormeceu e eu tomei uma de suas costelas e fechei a carne em seu lugar;


22 E da costela que eu, o Senhor Deus, tomara do homem, fiz eu uma mulher e levei-a ao homem.


23 E Adão disse: Esta, agora eu sei, é osso de meus ossos e carne de minha carne; ela será chamada Mulher, porque foi tirada do homem.


24 Portanto, o homem deixará seu pai e sua mãe e apegar-se-á a sua mulher; e eles serão uma carne.


25 E estavam ambos nus, o homem e sua mulher, e não se envergonhavam.




Abraão 4



Versão João Ferreira de Almeida, Edição SUD 2015

Nova Versão Internacional

Nova Versão Transformadora

Os Deuses planejam a criação da Terra e de toda vida sobre ela — Apresentados os seus planos para os seis dias da criação.


1 E então o Senhor disse: Desçamos. E eles desceram no princípio; e eles, isto é, os Deuses, organizaram e formaram os céus e a Terra.


2 E a Terra, depois de formada, estava vazia e desolada, porque eles não haviam formado coisa alguma a não ser a Terra; e as trevas reinavam sobre a face do abismo, e o Espírito dos Deuses pairava sobre a face das águas.


3 E eles (os Deuses) disseram: Haja luz; e houve luz.


4 E eles (os Deuses) tiveram consciência da luz, pois era brilhante; e eles separaram a luz, ou melhor, fizeram com que ela fosse separada das trevas.


5 E os Deuses chamaram à luz Dia e às trevas chamaram Noite. E aconteceu que, do entardecer até a manhã chamaram noite; e da manhã até o entardecer chamaram dia; e isso foi o primeiro, ou seja, o princípio do que eles chamaram dia e noite.


6 E os Deuses também disseram: Haja uma expansão no meio das águas; e ela separará as águas das águas.


7 E os Deuses ordenaram a expansão, de modo que ela separou as águas que estavam debaixo da expansão das que estavam por cima da expansão; e assim foi, como eles ordenaram.


8 E os Deuses chamaram à expansão Céu. E aconteceu que foi do entardecer até a manhã que eles chamaram noite; e aconteceu que foi da manhã até o entardecer que eles chamaram dia; e essa foi a segunda vez que eles chamaram noite e dia.


9 E os Deuses ordenaram, dizendo: Ajuntem-se as águas debaixo do céu num lugar e a terra surja seca; e foi como eles ordenaram;


10 E os Deuses chamaram à porção seca, Terra; e ao ajuntamento das águas chamaram Grandes Águas; e os Deuses viram que foram obedecidos.


11 E os Deuses disseram: Preparemos a terra para produzir relva; a erva que dê semente; a árvore frutífera que dê fruto segundo sua espécie, cuja semente reproduza sua própria semelhança na Terra; e assim foi, como eles ordenaram.


12 E os Deuses organizaram a terra para produzir relva de sua própria semente e a erva para produzir erva de sua própria semente, dando semente segundo sua espécie; e a terra para produzir a árvore de sua própria semente, dando fruto cuja semente pudesse apenas produzir o que estivesse em si, segundo sua espécie; e os Deuses viram que foram obedecidos.


13 E aconteceu que eles contaram os dias; do entardecer até a manhã chamaram noite; e aconteceu que, da manhã até o entardecer, chamaram dia; e foi a terceira vez.


14 E os Deuses organizaram as luzes na expansão do céu, e fizeram-nas separar o dia da noite; e organizaram-nas para serem por sinais e por estações, e por dias e por anos;


15 E organizaram-nas para serem por luzes na expansão do céu, a fim de darem luz à Terra; e assim foi.


16 E os Deuses organizaram as duas grandes luzes, a luz maior para governar o dia e a luz menor para governar a noite; com a luz menor também fixaram as estrelas;


17 E os Deuses fixaram-nas na expansão dos céus para darem luz à Terra, e para governarem o dia e a noite, e para separarem a luz das trevas.


18 E os Deuses vigiaram aquelas coisas que eles haviam ordenado, até elas obedecerem.


19 E aconteceu que, do entardecer até a manhã, foi noite; e aconteceu que, da manhã até o entardecer, foi dia; e foi a quarta vez.


20 E os Deuses disseram: Preparemos as águas para produzirem abundantemente as criaturas que se movem e que têm vida; e as aves, para que voem acima da Terra na expansão aberta do céu.


21 E os Deuses prepararam as águas para que produzissem grandes baleias, e toda criatura vivente que se move, que as águas haviam de produzir abundantemente segundo sua espécie; e toda ave alada segundo sua espécie. E os Deuses viram que seriam obedecidos, e que seu plano era bom.


22 E os Deuses disseram: Abençoá-los-emos, e faremos com que frutifiquem e se multipliquem, e encham as águas nos mares, ou seja, nas grandes águas; e faremos com que as aves se multipliquem na Terra.


23 E aconteceu que foi do entardecer até a manhã que eles chamaram noite; e aconteceu que foi da manhã até o entardecer que eles chamaram dia; e foi a quinta vez.


24 E os Deuses prepararam a Terra para produzir criaturas viventes segundo sua espécie, gado e coisas que rastejam e bestas da Terra segundo sua espécie; e foi como eles tinham dito.


25 E os Deuses organizaram a Terra para produzir as bestas segundo sua espécie, e gado segundo sua espécie, e todas as coisas que rastejam sobre a Terra segundo sua espécie; e os Deuses viram que eles obedeceriam.


26 E os Deuses aconselharam-se entre si e disseram: Desçamos e formemos o homem a nossa imagem, segundo nossa semelhança; e dar-lhe-emos domínio sobre os peixes do mar, e sobre as aves do ar, e sobre o gado e sobre toda a Terra, e sobre todas as coisas que rastejam sobre a Terra.


27 Então os Deuses desceram para organizar o homem a sua própria imagem, para formá-lo à imagem dos Deuses, para formá-los homem e mulher.


28 E os Deuses disseram: Abençoá-los-emos. E os Deuses disseram: Faremos com que sejam frutíferos e se multipliquem e encham a terra e subjuguem-na e tenham domínio sobre os peixes do mar e sobre as aves do ar e sobre toda coisa vivente que se move sobre a Terra.


29 E os Deuses disseram: Eis que lhes daremos toda erva que contém semente que cresça na face de toda a Terra e toda árvore que tenha fruto; sim, e dar-lhes-emos o fruto da árvore que produz semente; ser-lhes-á para alimento.


30 E a toda besta da Terra e a toda ave do ar e a toda coisa que rasteja sobre a Terra, eis que daremos vida; e também lhes daremos toda erva verde para alimento e todas estas coisas serão assim organizadas.


31 E os Deuses disseram: Faremos tudo o que dissemos e organizá-los-emos; e eis que serão muito obedientes. E aconteceu que foi do entardecer até a manhã que eles chamaram noite; e aconteceu que foi da manhã até o entardecer que eles chamaram dia; e eles contaram a sexta vez.




Abraão 5




Versão João Ferreira de Almeida, Edição SUD 2015

Nova Versão Internacional

Nova Versão Transformadora

Os Deuses concluem o Seu planejamento da criação de todas as coisas — Eles efetuam a Criação de acordo com os Seus planos — Adão dá nome a toda criatura vivente.


1 E assim terminaremos os céus e a Terra, e todas as suas hostes.


2 E os Deuses disseram entre si: Na sétima vez terminaremos nossa obra, sobre a qual deliberamos; e descansaremos na sétima vez de toda nossa obra sobre a qual deliberamos.


3 E os Deuses concluíram na sétima vez, porque na sétima vez eles descansariam de todas as obras que eles (os Deuses) decidiram entre si formar; e santificaram-na. E assim foram suas decisões quando decidiram entre si formar os céus e a Terra.


4 E os Deuses desceram e formaram essas gerações dos céus e da Terra, quando foram feitas no dia em que os Deuses criaram a Terra e os céus,


5 De acordo com tudo o que eles haviam dito concernente a toda planta do campo antes de estar na terra, e toda erva do campo antes de crescer; pois os Deuses não haviam feito chover sobre a Terra quando decidiram criá-las; e não haviam formado um homem para lavrar o solo.


6 Mas subiu um vapor da Terra, e regou toda a superfície do solo.


7 E os Deuses formaram o homem do pó da terra, e tomaram o seu espírito (isto é, o espírito do homem) e puseram-no nele; e sopraram em suas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se uma alma vivente.


8 E os Deuses plantaram um jardim no Éden, na parte oriental, e ali colocaram o homem, cujo espírito tinham posto no corpo que haviam formado.


9 E da terra fizeram os Deuses brotar toda árvore que é agradável à vista e boa para alimento; também a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.


10 Havia um rio que saía do Éden, para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.


11 E os Deuses tomaram o homem e puseram-no no Jardim do Éden, para cultivá-lo e guardá-lo.


12 E os Deuses ordenaram ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente,


13 Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque no tempo em que dela comeres, certamente morrerás. Ora eu, Abraão, vi que era segundo o tempo do Senhor, que era segundo o tempo de Colobe; porque até então os Deuses não tinham dado a Adão a maneira de calcular seu tempo.


14 E os Deuses disseram: Façamos uma adjutora adequada para o homem, porque não é bom que o homem esteja só; portanto, formaremos uma adjutora adequada para ele.


15 E os Deuses fizeram um sono profundo cair sobre Adão e ele dormiu; e eles tomaram de uma de suas costelas e fecharam a carne em seu lugar;


16 E da costela que os Deuses haviam tirado do homem, eles formaram uma mulher e levaram-na para o homem.


17 E Adão disse: Esta era osso de meus ossos e carne de minha carne; agora ela será chamada Mulher, porque foi tirada do homem;


18 Portanto, deixará o homem seu pai e sua mãe e apegar-se-á a sua mulher; e eles serão uma carne.


19 E estavam ambos nus, o homem e sua mulher, e não se envergonhavam.


20 E da terra os Deuses formaram toda besta do campo e toda ave do ar; e levaram-nas a Adão para ver como as chamaria; e o que Adão chamasse cada criatura vivente, tal seria seu nome.


21 E Adão deu nome a todo o gado, às aves do ar, a toda besta do campo; e para Adão foi encontrada uma adjutora própria para ele.





Escolher a Fé em Meio às Dificuldades

 Os relatos dessas escrituras ensinam lições profundas sobre fé, obediência e confiança no Senhor. Durante a jornada no deserto, os filhos d...